segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Apenas sinta
olha nos meus olhos, agora sente.
Não se perca, eu estou aqui,
Não fique tão leve, posso piscar e voce cair.
Me encare com clareza pra que eu possa te entender antes de qualquer palavra.
Seja firme pra negar meu poder sobre voce. Não tenha medo, apenas sinta.
Deixe nossos olhos viajarem, deixe que falem. Ja me cansei de tantas vozes, quero o silencio,
quero teu olhar.
Chega mais perto. Deixe que falem e quando cansado estiver... Beija-me. Cala teus olhos, aquieta minha boca e abraça minha alma.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ao amanhã o nada o zero!
Porque tudo que eu era agora é pó. Como fotografias queimadas, lembranças do passado.
O futuro... Ah esse quero conhecer! Que seja brilhante, recheado de emoções. Que seja fascinante, ou ao menos, mais picante.
Ah o futuro! Esse desejo conhecer e que ele não me conheça! Que seja contagiante, impolgante porque é hoje o amanhã foi ontem! Que ele não se defina, que seja tudo ilusão.
Que meus amores sejam falsos, que não durem, ou se durarem que sejam renovados a cada dia. Que eu não precise escrever para dizer o que sinto e que o que sinto seja dito em gestos porque palavras... Essas têm poder.
Que eu possa curtir meus dias tristonhos, que chova mais e que o sol resplandeça com intensidade pra fazer desaparecer meus dias nublados. Que meus gritos sejam ouvidos, ou que eu seja muda porem notadas. Que as cores não sejam somente vistas, mas que sejam sentidas.
Não quero fotografias, fato congelado, quero a vida e que a vida me leve e que nada deixe!
Não quero perfumes, marca registrada, quero a liberdade o desconhecido, correr por está estrada!
Que o passado de uma grande menina desabe e que se erga uma grande mulher!
Porque tudo que eu era agora é pó. Como fotografias queimadas, lembranças do passado. Que venha o amanhã o nada o zero!